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Júri Oficial

Helena Solberg

Helena Solberg

Helena Solberg (Rio de Janeiro, 1938) inicia sua carreira com o Cinema Novo. Seu primeiro filme, "A Entrevista" de 1966 foi selecionado para o Festival dei Popoli, na Itália e é hoje considerado o primeiro filme feminista brasileiro. Em seguida dirigiu o curta-metragem de ficção "Meio-Dia", uma metáfora para evitar a censura na ditadura, inspirado na música de Caetano Veloso ''É proibido proibir'' e no filme ''Les 400 Coups'', de François Truffaut. Os dois filmes despertaram interesse no seu trabalho, com convites para festivais de cinema na Europa e outros países. Radicada nos Estados Unidos a partir de 1970, ela dirigiu e produziu vários documentários de longa-metragem, quase sempre com ênfase na América Latina e no Brasil. "The Emerging Woman" - sobre a história do movimento das mulheres nos EUA, foi selecionado para o Bicentennial dos EUA e ganhou o Red Ribbon Award no American Film Festival. O filme "The Double Day" rodado na Argentina, Bolívia, Venezuela e Mexico, trata da condição da mulher na força de trabalho na América Latina. "Simplemente Jenny" - um documentário que retrata uma menina em um reformatório para menores na Bolivia, foi convidado para Leipzig (1978), Jamaica (1979), Minorités et Cinema, Centre George Pompiou, Festival Brasileiro de Paris (1979). Em 1981, seu filme "From the Ashes… Nicaragua Today" foi transmitido pela rede PBS, e ganhou vários prêmios no Chicago Film Festival (1982), American FIlm Festival e Global Village Film Festival (1982). No ano seguinte, foi premiado com o National Emmy Award. Ao longo da década dos 80, ela dirigiu "The Brazilian Connection," "Chile: By Reason or By Force," "Retrato de Um Terrorista," "Home of the Brave," "Made in Brazil," "The Forbidden Land," e "Brazil In Living Colour" - todos transmitido nacionalmente pela rede PBS, e selecionados para festivais como Melbourne, Australia, Grierson, Toronto, Nyon, França, Havana, Cuba, e MOMA, New York. Em 1994, o longa-metragem "Carmen Miranda: Bananas Is My Business" ganhou três prêmios no Festival do Cinema Brasileiro de Brasília. O filme foi lançado nos cinemas em 1995 nos EUA e no Brasil, e convidado a mais de cinquenta festivais internacionais de cinema, inclusive Locarno, Toronto e Yamagata (1995). Ganhou o prêmio de Melhor Docudrama no Chicago International Film Festival, Melhor Documentario no Festival del Cine Nuevo Latinoamericano, de Havana (1995), no Festival Cinematográfico de Uruguai (1996), e no Encontros Internacionais de Cinema, Portugal (1996). De volta ao Brasil, dirigiu o longa-metragem de ficção "Vida de Menina," estrelando Ludmila Dayer, Daniela Escobar e Dalton Vigh. O filme foi o grande vencedor do Festival de Gramado 2004, Melhor Filme pelo júri popular no Festival do Rio 2004 e também vencedor de vários prêmios em festivais internacionais. Em 2009, lançou o documentário de longa-metragem "Palavra (En)cantada," que recebeu o prêmio de Melhor Direção no Festival Internacional do Rio (2008). O longa “A Alma da Gente” foi lançado em 2013 (co-direção com David Meyer), e ganhou Melhor Filme no Festival de Cinema Brasileiro em Montevideu, Uruguai (2013). Seu último projeto, MEU CORPO MINDA VIDA estreiou no Canal GNT em março de 2017.

Susanna Lira

Susanna Lira

Susanna Lira é cineasta com pós graduação em Filosofia, Direito Internacional, Direitos Humanos e Biopolítica Criminal. Atualmente é mestranda em Psicanálise. Entre seus filmes mais recentes estão: PRAZER EM CONHECER, TORRE DAS DONZELAS, MUSSUM, UM FILME DO CACILDIS, LEGÍTIMA DEFESA, INTOLERÂNCIA.DOC, CLARA ESTRELA, MEU CORPO É MAIS, MATARAM NOSSOS FILHOS, NÃO SAIA HOJE, LEVANTE!, APÁTRIDAS, DAMAS DO SAMBA, PORQUE TEMOS ESPERANÇA e POSITIVAS. Também dirigiu séries como: OUTROS TEMPOS para a HBO, ROTAS DO ÓDIO para a Universal Channel , NÓS, DOCUMENTARISTAS para o Canal Curta, NÓS, FASHIONISTAS para a fashion TV, TÁ LIGADO para o Canal Futura, MULHERES DE AÇO, EM BUSCA DO PAI, SUPERBONITA e MULHERES EM LUTA para o GNT. Nos últimos três anos foi homenageada com mostras retrospectivas de sua obra nos seguintes festivais: Festival Internacional do cinema independente de Mar Del Plata (Argentina), Festival Tenemos que Ver (Montevidéu- Uruguai) e FEMCINE ( Santiago, Chile).

Caco Ciocler

Caco Ciocler

Depois de mais de dez anos embrenhado pelo teatro amador do clube A Hebraica de São Paulo estreia profissionalmente sendo indicado ao prêmio APETESP e laureado pelo prêmio MAMBEMBE pela peça PÍRAMO E TISBE, De Vladimir Capella. No ano seguinte foi a vez da televisão, em O REI DO GADO, de Benedito Ruy Barbosa, trabalho que lhe rendeu o prêmio de ator revelação pela Associação Paulista dos Críticos de Arte - APCA. No cinema, a estreia foi com BICHO DE SETE CABEÇAS, de Laís Bodanzky, sendo indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro como melhor ator coadjuvante. A estreia como diretor foi no curta TROPICO DE CÂNCER, vencedor do prêmio de melhor filme pelo Festival do Minuto. Seu primeiro longa, ESSE VIVER NINGUÉM ME TIRA foi selecionado para as mostras competitivas do Festival de Cinema de Gramado e do Rio de Janeiro e venceu o Festival de Cinema Brasileiro de Los Angeles - LABRFF. Seu segundo longa, PARTIDA, um híbrido entre ficção e documentário, recebeu quatro prêmios no Festival de Cinema de Aruanda em 2019, incluindo o prêmio especial do Júri de melhor filme. Em 2020, foi eleito melhor documentário no Festival de cinema de Málaga, na Espanha. A estreia na direção em ficção foi em UNIDADE BÁSICA, série que protagoniza para o Universal Channel, dirigindo dois dos oito episódios da segunda temporada.


Júri de Longas - Sob o Céu Nordestino

Danny Barbosa

Danny Barbosa

Danny Barbosa, atriz de teatro desde 2001, traçou sua trajetória em espetáculos nos segmentos: infantil, infanto-juvenil e adulto. Conquistou reconhecimento em festivais fora do estado da Paraíba recebendo prêmios de melhor atriz e atriz coadjuvante atuando pelo Coletivo Cara Dupla de Teatro. Formada em Letras pela UFPB é, atualmente, a única mulher transexual a lecionar na rede pública municipal de ensino em João Pessoa. Ingressou no audiovisual em 2016 com o curta-metragem HOSANA NAS ALTURAS de Eduardo Varandas; participou de produções premiadas dentro e fora do Brasil como: SEU AMOR DE VOLTA (mesmo que ele não queira- 2018) de Bertrand Lira e BACURAU(2019) de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles tendo este, recebido Prêmio do Júri no 72° Festival de Cinema de Cannes em 2019. Atualmente, Danny desponta como a primeira roteirista, diretora e produtora de audiovisual no estado da Paraíba com o curta-metragem CAFÉ COM REBU(200) projeto inteiramente elaborado e executado durante a quarentena da covid-19.

Flávio Bauraqui

Flávio Bauraqui

Flávio Bauraqui é um ator brasileiro de cinema, teatro e televisão. Já deu vida a grandes nomes reconhecidos nacionalmente no teatro e cinema como Pelé, Jair Rodrigues, Ismael Silva e Cartola. Nas artes dramáticas, o ator considera-se um autodidata, porque construiu sua careira antes de ter suas primeiras oficinas de interpretação, canto ou dança. Desde criança tinha o hábito de criar personagens e escrever textos teatrais, sendo ele o protagonista. Fez teatro em Porto Alegre e em sua cidade natal, Santa Maria, onde criou a companhia Grupo Improviso, que durou cinco anos. Em 1993, parte para o Rio de Janeiro, onde chegou a trabalhar como porteiro para se sustentar. Até que, em 1995, acontece sua estreia no teatro profissional com a Cia. Trupe do Rei, na peça Forrobodó. Em seguida, vieram Baunilha e Trioleto, Aucalina e Risoleta, todas de direção de André Paes Leme. Em 2013, Forrobodó estreia com Flávio atuando em outro papel. Desde então, atua ativamente no teatro, contabilizando mais de 20 peças em 20 anos de carreira. em 2007, ganha reconhecimento na TV, vivendo o motorista evangélico Ezequiel, na novela Duas Caras. Em 2010, entra para a etapa final da novela teen Malhação ID, além de atuar como cantor de clássicos do cancioneiro brasileiro.

Caio Sóh

Caio Sóh

Caio Sóh é cineasta, fundador do movimento de cinema bruto, compositor e dramaturgo premiado. Com textos montados na França, Alemanha e México. Autor de Teatro vencedor do XIII FESTIVAL DE TEATRO DO RIO (Prêmio de Melhor peça júri-popular). Vencedor do XVI FESTIVAL DE TEATRO DO RIO (Prêmio de Melhor peça júri-popular/ Melhor Peça Júri / Melhor Autor). Como diretor e dramaturgo, destacam-se: O Contador de Estrelas (1999), A Flor e o Poeta (2000), O diabo decide se casar (2001), Rose Obesa e Oferecida (2002), Minutos Atrás (2003), O Homem de Dentro (2004), A Mágica do Exílio (2005), Por Trás do Céu (2006), O Vão Entre o Vazio e Eu (2007). Fundou em 1999 a premiada Cia. de Teatro SINCERAMENTE CÍNICOS, que de lá para cá arrecadou inúmeros prêmios em seus dezesseis espetáculos montados, todos com o texto de sua autoria. Diretor e roteirista do filme “TEUS OLHOS MEUS”, filme vencedor pelo júri popular da 35ª MOSTRA DE CINEMA INTERNACIONAL DE SÃO PAULO, vencedor de 5 prêmios no LOS ANGELES BRAZILIAN FILM FESTIVAL 2011, incluindo os prêmios de melhor filme e melhor roteiro. Seu segundo longa-metragem “MINUTOS ATRAS” estreou no primeiro semestre de 2014 e foi exibido na première Brasil do Festival do Rio e Mostra Internacional de São Paulo. O filme conta com a participação dos atores Otavio Muller, Vladimir Brichta e Paulinho Moska. Dirigiu também o longa “POR TRÁS DO CÉU” estrelado por Nathalia Dill, Emilio Orciollo, entre outros atores. Em seguida veio o longa “Canastra Suja”, com Adriana Esteves e Marco Ricca no elenco, e o longa “#” (Hashtag), que será lançado em 2021.


Júri ABRACCINE

Marcelo Milici

Marcelo Milici

Professor e crítico de cinema há vinte anos, fundou o site Boca do Inferno, uma das principais referências do gênero fantástico no Brasil. Foi colunista do site Omelete, articulista da revista Amazing e jurado dos festivais Cinefantasy, Espantomania, SP Terror e do sarau da Casa das Rosas. Possui publicações em diversas antologias como “Terra Morta”, Arquivos do Mal”, “Galáxias Ocultas”, “A Hora Morta” e “Insanidade”, além de composições poéticas no livro “A Sociedade dos Poetas Vivos”. É um dos autores da enciclopédia “Medo de Palhaço”, lançado pela editora Évora.

Bertrand Lira

Bertrand Lira

Professor Doutor do Departamento de Comunicação em Mídias Digitais das disciplinas Argumento e Roteiro e Documentário, e do Programa de Pós Graduação em Comunicação (PPGC) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), graduado em comunicação social e mestre em Sociologia também pela UFPB. Realizador, dirigiu diversos documentários de curta, média e longa-metragem em super-8, 16mm e vídeo (“Bom dia Maria de Nazaré”, “O senhor do engenho”, “Crias da Piollin”, “Homens”, “O rebeliado” e “O diário de Márcia”, “O Seu amor de volta” entre outros), premiados em festivais no Brasil e no exterior, entre eles o JVC Grand Prize do 26º Tokyo Vídeo Festival e o Excellence Award do JVC Tokyo Vídeo festival de 2004. Foi aluno de estágios em documentário no Atelier de Réalisation Cinématographique (VARAN) em Paris (1982 e 1986). Autor dos livros “Fotografia na Paraíba: Um inventário através do retrato (1850-1950)” (1997), “Luz e Sombra: significações imaginárias na fotografia do cinema expressionista alemão (2013)” e “Cinema Noir: a sombra como experiência estética e narrativa” (2015).

Suzana Uchôa Itiberê

Suzana Uchôa Itiberê

Suzana Uchôa Itiberê, jornalista, crítica de cinema, cria do jornal O Estado de S. Paulo, com passagens pelas revistas SET, TVA, Istoé Gente, cofundadora e ex-editora-chefe da revista Preview e fundadora do portal OQVER Cinema & Streaming.



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